História de São Paulo: Butantã

Disciplina: Uma História para a Cidade de São Paulo: Um Desafio Pedagógico Professora: Dra. Antonia Terra Calazans Fernandes Aluna: Jeane Moreno Quinteiro Ano: 2010

 

 

Introdução

 

     “A gente ia ao rio pra passear de barco, pescar, nadar, pular da ponte... A água era muito limpa, dava muito peixe: lambari, piaba...” (Orlando Manso)

 

     A pesquisa de documentos para este trabalho teve como ponto de partida a urbanização da região do Butantã, a intenção era entender o processo que levou a ocupação dos espaços e a ausência de lugares sem uso ou função. No entanto, os testemunhos e fotografias retornam sempre a um mesmo tema : o rio Pinheiros.

     Confesso que não pensei a princípio no rio. O que salta aos olhos hoje é o tráfego, as ruas, as casas coladas umas as outras, os prédios altos, aquilo que vemos como parte de ser cidade, de estar em um local urbano. O rio, é um detalhe mal cheiroso, um obstáculo para o transito de veículos, uma problema entre duas marginais.

     Nem sempre foi assim.

 

Educar para preservar o patrimônio paleontológico de Marília e região

EDUCAR   PARA    PRESERVAR   O    PATRIMÔNIO    PALEONTOLÓGICO    DE

MARÍLIA E REGIÃO

ANTÔNIO APARECIDO PRIMO (NICO)

 

 

1- Introdução

 

Marília localiza-se numa região onde foram descobertos importantes fósseis de dinossauros e outros animais antigos, graças ao trabalho do paleontólogo William Nava. Com apoio da Prefeitura Municipal ele montou um Museu de Paleontologia.

A Unidade 1 do livro didático SESI-SP trata sobre origem da vida na Terra. O material didático dessa rede de ensino, entre as primeiras expectativas de aprendizagem, indica: “Reconhecer que as manifestações culturais se tornam patrimônio a partir da expressão da cultura material e imaterial, com ênfase na história local”.

Isto nos levou a propor, no plano de ensino, uma visita ao Museu e o estudo da importância da região de Marília para a Paleontologia brasileira.

O relato a seguir refere-se a experiências desenvolvidas anualmente com 11 turmas de 6° anos entre 2011 e 2014.

 

Entre os objetivos destacamos: ensinar os estudantes a olhar para um museu como documento histórico, ou seja, perceber que sua exposição foi montada por pessoas que selecionaram o conteúdo exposto; estudar como a teoria da evolução das espécies explica o aparecimento da vida e dos homens na Terra; valorizar a preservação do patrimônio cultural local.

Sites Para o Ensino de História


SITES PARA O ENSINO DE HISTÓRIA
PESQUISA


ALUNO: Graduando: Bruno Fernandes Mamede - Número Usp: 6838238
DISCIPLINA: Ensino de História: Teoria e Prática
Profa. Antonia Terra de Calazans Fernandes

 

 

Ao longo de dois meses de buscas e leituras na internet, encontrei 14 sites e blogs que reúnem uma quantidade imensa de informações trabalhadas das maneiras mais diversas, com vídeos, jogos, imagens, com estruturas diferentes, disposições diferentes e focos variados. A Internet tem um volume de material muito relevante para a complementação de estudos e pesquisas, apesar de ser também porta-voz de visões puramente ideológicas que se colocam com uma autoridade científica, além de sites que contém erros profundos e pontos de vista já superados pela historiografia. É claro que durante a pesquisa me deparei com muitos outros sites, de vários países, como um site de judeus poloneses, de universidades alemãs e britânicas, sites de museus franceses e norte-americanos extremamente curiosos, mas que não poderiam contribuir eficazmente para um projeto pedagógico, não seriam úteis em sua natureza para a finalidade do exercício, que é auxiliar professores na busca de sites e blogs com potencial e seguros para fazer suas pesquisas.


Muitos dos blogs que visitei são também páginas próprias, onde se pode criar um perfil e dialogar com outros historiadores ou estudantes da área, como funcionam as redes do Facebook e do Orkut. Fiz um cadastro em todas que encontrei e recebo diariamente no meu e-mail a publicação de novos textos, o relatório de discussões, entrevistas, e assim o historiador pode também contribuir com seus conhecimentos além de receber mais informações sobre diversos temas, mantendo-se sempre atualizado. Postei apenas um desses blogs, o Café História, mas há outros do mesmo tipo, porém menos ricos, em que também se pode aproveitar o ambiente para aprimorar conhecimentos.


Sabendo dosar, ir aos locais certos, e, sobretudo, identificar as falhas inúmeras que se encontra na rede, a internet se torna um instrumento não apenas de pesquisa muito rico, mas também de constante atualização dos conhecimentos próprios, e que sem dúvidas contribui muito para a atividade docente, no despertar do interesse dos alunos e no interesse do próprio professor em ter capacidades cada vez maiores de transmitir seus conhecimentos.